A postectomia, cirurgia que remove o excesso de prepúcio, é indicada no adulto quando existe fimose que causa sintoma: dificuldade ou dor para expor a glande, episódios repetidos de inflamação, dor durante a relação, dificuldade de higiene ou histórico de parafimose. Casos leves e sem sintoma às vezes respondem a medidas conservadoras, incluindo pomada específica prescrita e orientação de higiene, sem cirurgia. O procedimento é feito com anestesia local ou bloqueio, em regime ambulatorial na maioria das vezes, e a recuperação costuma levar poucas semanas, com abstinência sexual no período orientado.
Fimose costuma ser tratada como assunto de criança, e por isso muitos homens adultos convivem anos com o incômodo sem procurar avaliação. Outros chegam ao consultório convencidos de que precisam operar quando, no exame, não há indicação nenhuma.
O que caracteriza fimose no adulto
Não é o prepúcio ser mais longo ou mais justo. É ele não retrair o suficiente e isso gerar sintoma. Os sintomas que pesam na indicação são concretos:
- Dor ou dificuldade para expor a glande, inclusive durante a relação.
- Inflamações de repetição (balanite e balanopostite).
- Dificuldade de higiene, que alimenta o ciclo de inflamação.
- Histórico de parafimose, quando o prepúcio retraído prende atrás da glande.
- Rachaduras ou fissuras que reaparecem no mesmo lugar.
Nem todo caso vai para a cirurgia
Quadros leves e sem sintoma às vezes respondem a medidas conservadoras: pomada específica prescrita pelo médico, orientação de higiene e retração progressiva feita do jeito certo. Isso evita operar quem não precisa.
Um alerta que vale repetir: não force a retração por conta própria nem siga receita de internet. Forçar causa fissura, e fissura que cicatriza repetidamente forma anel fibroso, que é justamente o que transforma um caso leve em caso cirúrgico.
Como é o procedimento e a recuperação
A postectomia remove o excesso de prepúcio. Na maioria das vezes é ambulatorial, com anestesia local ou bloqueio, e o paciente vai para casa no mesmo dia. Nos primeiros dias há inchaço e desconforto esperados, controlados com medicação, e a volta às atividades é rápida. A relação sexual é liberada depois do período orientado, para não comprometer a cicatrização.
Se isso te incomoda há tempo, seja pelo desconforto na relação, pelas inflamações que voltam ou pela dúvida se é caso de operar, uma consulta resolve a pergunta. Agende uma avaliação e vamos examinar o seu caso.
Como este conteúdo foi produzido: texto redigido com apoio de inteligência artificial a partir de pauta, fontes e limites definidos pela equipe de Dr. Lucas Fraga (CRM 203663 SP), que responde por ele. Publicado sob responsabilidade editorial do médico; a revisão clínica, quando registrada na plataforma, aparece nesta página com a data.